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Indicações de leitura

Resident Evil manga – Marhawa desire

Essa história se passa antes de Resident Evil 6, com os personagens Chris Redfield e Piers Nivans. A história começa pouco antes do especialista em bacteriologia e professor de uma universidade de Singapura, Doug Wright, receber uma carta de um possível acidente biológico da escola Marhawa. A história segue para o Japão, onde Doug e seu sobrinho e assistente, Ricky Tozawa, vão investigar os estranhos acontecimentos no colégio.

Lá somos apresentados a Madre Gracia, diretora do colégio e escritora da carta que levou Doug e Ricky até a escola. A diretora é rígida e está disposta a fazer qualquer coisa para encobrir os acontecimentos no lugar, e, inclusive, impede a dupla de contatar a B.S.A.A.

Ela lembra um estilo que os jogos tem feito durante os games que pegam a fase mais ação como o RE5, 6 e os Revalations. Onde se foca a história em 2 personagens. No caso dos games, são os personagens co op jogáveis. Aqui no mangá, são Doug e seu sobrinho.

A história começa com um mistério dentro do colégio, onde acontecendo fatos que podem levar a crer um iminente ataque bioterrorista. Então se faz um mistério bem interessante para saber os envolvidos.

Se nos jogos já pegamos a história quando tudo já ficou uma zona e está tudo tomado pelas bio- armas, aqui temos o desenrolar de como isso vai acontecendo. Dando a impressão de que o colégio vai sendo tomado aos poucos e eles tem que impedir o responsável antes de ser tarde demais. Nisso, os 2 personagens dos games incluindo um velho amigo para os fãs, ficam meio apagados até que tudo se destrambelhe de vez. Ao ponto que a responsável chuta o balde e conta tudo que aconteceu.

O bom, é que assim temos um foco na construção dos 2 novos personagens e dos envolvidos na escola, podendo gerar uma empatia com eles. Contudo, se de início parece que vão perdendo o controle da situação aos poucos e tem que correr atrás para evitar o pior, quando se descobre quem está por trás de tudo, a situação vai de uma vez só do 8 para o 80. Embora ainda assim, fica o mistério de que ainda tem outro responsável que forneceu as armas que possibilitou tudo isso.

E mesmo que os personagens Chris e Piers aparecem apenas para limpar a área, isso não é algo que ocorre apenas no final. Acontece pouco depois da metade da HQ. Mostrando assim, que mesmo durante o caos, ainda tem muito o que ler.

Os desenhos são bem trabalhados e bem detalhados. As composições são simples e eficientes. Embora por ter um traço bem detalhado, poderia gerar poluição visual, este aspecto é bem desenvolvido. Ainda assim, não foge de problemas, como quando mostra trechos que seriam acontecimentos mais pra frente. De forma a mostrar que a trama vai chegar naquele ponto ainda. Eles são jogados de forma soltas e aleatórias as vezes, o que gera confusão se isso está acontecendo agora ou depois.

O design dos personagens são bem interessantes, com direitos a elementos constantes nos games. Os inimigos que assumem formas grotescas e estranhas.

Um outro ponto negativo, que parece as vezes, que os personagens esquecem como lidar com zumbis. E isso que nem é novidade naquele universo. De forma que encontram cadáveres que foram mortos recentemente e nem se dão ao trabalho de dar um tiro na cabeça. E pra piorar, tem hora que parecem esquecer de propósito, porque precisam de que algum dos personagens do grupo vire zumbi.

Contudo, a história flui muito bem e tem uma constante tensão que é bem trabalhada na história. De forma que te prende a atenção para continuar lendo.

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