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Lanterna verde – Crepúsculo esmeralda

Os anos 90… ah os anos 90 para as HQs. Os que alguns chamam de década perdida até.

Foi uma época em que as editoras apostaram pesado na morte de heróis. Foi quando as mortes nas HQs começaram a não serem mais levados a sério. O pensamento, “morreu, há, depois volta!” passou a ser recorrente. Mas ainda tinham grandes marketings em sagas que viriam a mostrar a ruínas de alguns destes heróis. No qual alguns chegamos a acreditar que realmente não voltariam mais. Ah… que ilusão! Entre eles, está “Crepúsculo Esmeralda”. Mas este arco já tem uma dúvida se será ou não definitivo. Já que começa a partir dos eventos do final do retorno do Superman.

Resumindo o que acontece, a cidade de Coast City foi destruída, não sobrando nada e nem ninguém além do Hal Jordan.

A dor da perda foi tamanha que Hal queria trazer a cidade de volta. Mas os guardiões proibiram de criar ou fazer alguém voltar a vida com o poder do anel. O que sinceramente, hora nenhuma foi mostrado ser capaz nem aqui e nem em outra HQ do Lanterna. Então Hal pira a cabeça e começa a destruir toda a tropa para conseguir todo o poder da fonte dos lanternas. E assim tentar virar algum tipo de entidade, surgindo assim no final, Parallax!

Até então, não tinha sido aprofundado as razões das fraquezas dos Lanternas Verdes. A fraqueza pela cor amarela era simplesmente porque sim. A questão da impureza e quem de fato é Parallax viria mais para frente. Só existia a tropa dos Lanternas Verdes e um único anel amarelo que pertencia ao Sinestro. Contudo depois foi para o Guy Gardner.

É uma HQ de meados da década de 90, já tinham uns enquadramentos mais dinâmicos, que estão presentes aqui. O trabalho com as cores é muito bem feito. Ajuda um pouco quando a maioria dos personagens usam uniformes da mesma cor. Mas mesmo quando aparece membros da Liga da Justiça é bem trabalhado. Já que muitos personagens com uniformes muito coloridos sempre corre o risco de poluição visual.

A dor do Hal Jordan é bem trabalhada no início da HQ.

Você sente a perda bem como a angústia, entende a fuga que ele tenta criar. Assim como a raiva e frustração quando é forçado a encarar a realidade. Mais da metade da HQ é de luta. Onde a cada combate vemos Hal se perdendo ainda mais na raiva de toda a situação. E também ao poder. É como se fosse “Um dia de fúria”, gerando uma série de eventos cataclísmicos um após o outro, de forma que vai se destruindo tudo o que foi sendo construído, só que de uma forma mais frenética!

No entanto, a HQ não tem um final definitivo, já que com o surgimento de Parallax, ela acaba e o fato de como vão fazer para segura-lo e como a última esperança que surge ao final desta HQ vai agir, fica para uma próxima. Mas ela deixa claro que é algo que vai afetar todo o universo DC.

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