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Hulk cinza

http://www.komix.com.br/hulk-cinza/(abrir em uma nova aba)

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Hulk cinza, mais uma HQ da trilogia das cores. Uma série de quadrinhos de Jeph Loeb e Tim Sale. Lançada em 3 edições em 2004 e recentemente ganhou capa dura em 2019.

Inicialmente, a cor do Hulk era cinza. Virou verde por um erro de gráfica, e como fez mais sucesso assim, permaneceu verde. Mas esse não tem nada haver com o Hulk Cinza da época que era escrito por Peter David. Roteirista que assumiu o personagem por anos, responsável por fases icônicas. O professor Hulk bem como o Hulk cinza, que também era chamado de Sr Tirateima.

Em ambas as fases, o Hulk assume personalidades diferentes.

Embora ainda permaneça com a sua habilidade marca registrada. A de ficar mais forte a medida que fica com mais raiva. Aqui, o Hulk cinza tem os mesmos traços e personalidades do Hulk tradicional, só que é cinza.

A HQ se passa em uma conversa do Baner com o psiquiatra Leonard. Conhecido entre os fãs como o Dr Samson. E se passa durante uma sessão de terapia. Bruce reconta as primeiras aparições do Hulk. Portanto, de fato esta HQ se trata de uma história de origem. Mas tudo na ótica das lembranças do Bruce Baner. Muito de seus relatos, contradizem com as versões oficiais ao qual Leoanard teve acesso.

Mas o foco da conversa é a relação de Bruce Baner com o Hulk. Baner constantemente condena as ações da sua contraparte, bem como o Hulk como um todo. E Leonard questiona isso o tempo todo. Assim, a conversa se tona muito interessante. É como se o Baner tivesse confuso em relação a tudo aquilo. Hulk até então, carregava elementos do subconsciente de Baner. E é este elemento que o Dr Samson o faz confrontar constantemente. E esse certamente é o ponto forte do roteiro.

Mas a arte não fica por menos. Tim Sale é simplesmente fantástico. Um traço estilizado, que ao mesmo tempo tem tons caricatos, consegue transmitir um perfeito clima noir. Composições simples e com soluções simples e extremamente eficazes. Até a estilização das poses, transmite um ar expressivo, que alimenta a narrativa de forma magnífica.

Não por menos, esta dupla casam tão bem, que só produzem histórias fantásticas.

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