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DC Comics

      Em seus primórdios a companhia era chamada de National Comics, mas devido ao grande sucesso de uma de suas revistas, a Detective Comics, eles passaram a adotar a sigla DC, usada até hoje.
A National Allied Publication foi fundada no ano de 1934 pelo Major Malcom Wheeler-Nicholson, para a publicação da revista More Fun Comics/Fun: The Big Comic Magazine, lançada em 1935; e mais tarde conhecida como New Fun More Fun. A revista fora inovadora por ser a primeira a juntar várias tirinhas com personagens originais em forma de tabloides. Ainda no mesmo ano, Malcom lança sua segunda revista: New Comics. Esta tem um sabor especial, pois marca o início da Era de Ouro dos quadrinhos. Dois anos mais tarde (1937) é lançada a Detective Comics. A revista era uma série de antologias que ganhou grande reconhecimento quando houve a inserção de um dos maiores heróis da marca: Batman, em maio de 1939 (nº 27). Nessa mesma época Weeler-Nicholson já havia se desligado da empresa, deixando-a nas mãos de seu sócio Hanrry Donenfeld, que juntamente com Jack S. Liebowitz formam a Detective Comics Inc., para fazerem as suas próprias publicações.
A National Allied Publication lança no ano de 1938, o que é considerada a sua quarta revista, Action Comics; marcando também o surgimento de mais uma personagem ícone da empresa: Superman. O sucesso do herói foi tão grande que o seu quadrinho marca o início da Era de Ouro das HQ. Isso levou com que a empresa introduzisse mais uma personagem marcante: Mulher Maravilha, e também o primeiro grande grupo, a Sociedade da Justiça da América, que era composta originalmente por: Sr. Destino, Lanterna Verde (original), Flash (Joel Ciclone), Homem-Hora, Sandman, Gavião Arqueiro, Átomo e Espectro.
Em meados da década de 1950, Irwin Donenfeld (diretor editorial), junto com o editor Julius Schwartz, tiveram a ideia de fazer uma reformulação total do Flash e do Lanterna Verde. A dupla pediu para os escritores Gardner Fox e Robert Kanigher, e para os desenhistas Carmine Infantino e Joe Kubert; ficarem responsáveis por essa reformulação. Essa reformulação aumentou a popularidade dessas personagens e de muitas outras, fazendo com que essa época fosse chamada de Era de Prata das HQ. Nessa era foram introduzidas personagens de grande importância como Bizarro Brainiac e Darkseid. Também houve a estreia da série do Batman para as telinhas pelo canal ABC, o que ajudou no aumento das vendas de suas HQ.
Em disputa com a sua grande concorrente, a Marvel Comics, a DC teve uma experiência dramática entre os anos 70 e 80, onde vários títulos importantes foram cancelados como Firestorm Shade the Chaging Man. Em uma nova administração o vice-presidente, Paul Levitz e o editor Dick Giordano começaram a oferecer royalties e parcerias. A empresa também passou a ter o conceito de mini-séries e séries limitadas para a TV. Com essas mudanças a vindoura série Os Novos Titãs passou a ser fundamental na apresentação de novas personagens. Outro ponto que também ajudou a DC a voltar ter sucesso de vendas foi a implementação da nova revista: Crise nas Infinitas Terras.
Nessa mesma época o britânico Alan Moore (link) revigorou os seus trabalhos, dando uma contribuição com a DC. Isso ajudou com que outros grandes artistas, como Neil Gaiman, Grant Morrison (link) e Frank Miller (link), também trouxessem os seus trabalhos para a editora. E somente quando Batman: The Dark Knight Returns (link) e Watchmen (link) saiu, é que a editora finalmente pode competir pela liderança do mercado.
Nos anos 90, houve uma nova queda, na qual conseguiu ser contornada com mais dois títulos marcantes: A Queda do Morcego (link) A Morte do Superman (link). Ambas as séries, por serem longas, conseguiram manter as vendas em alta, assim como estratégias de lançar graphic novels e outras HQ em outros selos, na qual havia se fechado parcerias.
Em 2004, novamente a DC precisava revitalizar as suas vendas e começou um lento processo para a sequência do título Crise das Infinitas Terras, onde prometia grandes mudanças para o Universo DC. Em 2005, houveram várias mini séries preparando os leitores para mais um título marcante: Crise Infinita.
Em setembro de 2009 a DC e a Warner Bros anunciam que a editora tomaria os direitos de filmagens de suas personagens, o que ajuda na melhora da adaptação das personagens para as telonas, apesar de nem todos terem dado certo como Lanterna Verde, por exemplo; enquanto outros fizeram um sucesso devastador como a trilogia Batman (link) e o último filme do Superman.

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